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Letras soltas pela madrugada

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Teve uma época que eu passava por aqui todos os dias. Via um assunto e achava que deveria comentar, tentar contextualizar. Alguns endereços depois, diversos temas em frente, vejo o blog parado faz oito meses. Antes disso a vontade de escrever estava sumida. Tente, confesso, me obrigar a escrever sobre a coleção de garrafas de cerveja. Outro dia fiz uma limpeza nelas, tirei o pó e contei. São 127 garrafas. 124 delas de cerveja. Tem uma de vinho, uma de cachaça e uma de tônica.

Eu amo música, e já me sugeriram escrever sobre o assunto. Confesso que, mesmo gostando e sabendo de algumas coisas, não me sinto qualificado. Alias, as vezes questiono muito as minhas qualificações. E dá-lhe terapia. Tenho evitado falar de política. Pensei em escrever sobre o atual desgoverno, mas não faz sentido. Bolsonaro é um boçal. Ainda não consigo entender como chegamos a um nível tão baixo.

Votei em Haddad nas últimas eleições, mesmo sabendo que o PT não poderia corrigir os erros das administrações do PT. Todavia, Bolsonaro é um ser completamente desequilibrado. É inacreditável as ações dele durante uma pandemia que já matou mais de 100 mil brasileiros. A culpa é dele, da ineficiência, da incompetência, da falta de humanidade de um ser que despreza completamente a vida humana. É o pior presidente de nossa história, num momento de pandemia e de problema econômico.

Tanta coisa tão errada. Um pedófilo estupra uma menina por quatro anos. Ela fica grávida aos 10 anos de idade. Ao invés de ser promovida uma caçada para capturar o criminoso, crentes “pró-vida” revelam o nome da menina e pressionam médicos para que o aborto não seja realizado. Uma aberração. Que vida defendem essas pessoas? Enfim, quem sabe esta não seja a volta do blog. Assuntos não faltam.

Vamos lá.

Foto de destaque: drobotdean / Freepik